Prestes a completar 50 anos de matrimônio, um casal pretende seguir a tradição e comemorar a data com uma grande festa. Foram enviados convites para 300 pessoas, que dessa vez não precisarão se preocupar com presentes.
Mário e Ida decidiram, pelo menos nos pedidos, fugir à regra: Todos os convidados deverão levar pacotes de fralda e leite longa vida. Não que seja necessidade dos filhos ou netinhos. Trata-se de um grande exemplo de solidariedade.
Tudo que for arrecadado será doado para o Hospital do Câncer da Criança do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, o GRAACC. Uma bela iniciativa que pretende ajudar realmente a quem precisa e provar que pequenas atitudes podem mudar a vida de muita gente.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Casal dá Exemplo de Solidariedade
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Como um Fusca Velho
Meu nome é Fusca. Nasci em 1978. Tenho milhões de irmãos pelo mundo, mais velhos e mais novos. Fui feito com o maior carinho e todas minhas características foram fabricadas sob medida. Apesar da origem industrial, fui adotado pelos humanos. Já pertenci a várias famílias, sendo que meu primeiro e segundo donos não estão mais aqui na Terra. Os outros dois sequer se lembram de mim, nem sabem onde estou.
Hoje cheguei a uma nova residência. Um novo lar. Agora sou usado para transportar algumas tralhas. Pelo menos ainda sou útil.
Ao longo da vida, passei por todas as emoções que o ser humano pode ter ou sentir, sendo que estive presente em várias delas. Fui a hospitais, cemitérios, parques, clubes, escolas, empresas, restaurantes e festas. Fiz centenas de viagens para fora de São Paulo. Conheço inúmeros caminhos. Acompanhei adultos, jovens, idosos e crianças. Vi tudo acontecer. Vi a vida das pessoas passar enquanto a minha passava despercebida por elas.
E eu também nem percebi, fiquei velho, ultrapassado; mas sempre tive valor. Acredito ser imortal. As pessoas, eu sei que não são. Elas buscam de várias maneiras se manterem vivas. Assim como eu, também precisam trocar peças ao longo da vida. E chegam a um ponto que nem mesmo a substituição por outras novinhas trarão a salvação. Comigo é diferente. Enquanto me mantém funcionando e cuidam de mim, eu estou aqui. Como disse, acho que sou imortal.
Aliás, acho que só há uma maneira de eu morrer, como diversos colegas da mesma espécie ou gênero. E pensando bem, dessa mesma maneira ou humanos também morrem. Não de imediato, mas morrem aos poucos, ou tem o seu funcionamento prejudicado. Estou falando da solidão. Se me abandonarem, a doença da ferrugem começa a me consumir. E a tristeza também. Morro de medo da palavra “ferro-velho”. Para mim, ela tem o mesmo significado de “cemitério” para os humanos.
Com meus 32 anos de existência, minhas experiências se entrelaçam com as de um senhor lúcido. É difícil compreender como tempo passa, como tudo muda. Há algum tempo, eu era o mais desejado, o orgulho do proprietário. As pessoas me respeitavam demais. Agora sou visto - isso quando sou notado, como um acabado, um velho.
Por isso posso dizer que sei como cada humano, em cada fase da vida, se sente. Também pensava que jamais iria ficar velho, jamais iria ter problemas, jamais sofreria. Porém, a realidade é que esse dia irá chegar. Pelo menos para as pessoas de carne e osso. Mesmo sendo “abusado” pelo meu atual dono, não ligo. De um jeito ou de outro ele precisa de mim. E continuo, a cada dia, conhecendo e vivendo algo novo.
Hoje cheguei a uma nova residência. Um novo lar. Agora sou usado para transportar algumas tralhas. Pelo menos ainda sou útil.
Ao longo da vida, passei por todas as emoções que o ser humano pode ter ou sentir, sendo que estive presente em várias delas. Fui a hospitais, cemitérios, parques, clubes, escolas, empresas, restaurantes e festas. Fiz centenas de viagens para fora de São Paulo. Conheço inúmeros caminhos. Acompanhei adultos, jovens, idosos e crianças. Vi tudo acontecer. Vi a vida das pessoas passar enquanto a minha passava despercebida por elas.
E eu também nem percebi, fiquei velho, ultrapassado; mas sempre tive valor. Acredito ser imortal. As pessoas, eu sei que não são. Elas buscam de várias maneiras se manterem vivas. Assim como eu, também precisam trocar peças ao longo da vida. E chegam a um ponto que nem mesmo a substituição por outras novinhas trarão a salvação. Comigo é diferente. Enquanto me mantém funcionando e cuidam de mim, eu estou aqui. Como disse, acho que sou imortal.
Aliás, acho que só há uma maneira de eu morrer, como diversos colegas da mesma espécie ou gênero. E pensando bem, dessa mesma maneira ou humanos também morrem. Não de imediato, mas morrem aos poucos, ou tem o seu funcionamento prejudicado. Estou falando da solidão. Se me abandonarem, a doença da ferrugem começa a me consumir. E a tristeza também. Morro de medo da palavra “ferro-velho”. Para mim, ela tem o mesmo significado de “cemitério” para os humanos.
Com meus 32 anos de existência, minhas experiências se entrelaçam com as de um senhor lúcido. É difícil compreender como tempo passa, como tudo muda. Há algum tempo, eu era o mais desejado, o orgulho do proprietário. As pessoas me respeitavam demais. Agora sou visto - isso quando sou notado, como um acabado, um velho.
Por isso posso dizer que sei como cada humano, em cada fase da vida, se sente. Também pensava que jamais iria ficar velho, jamais iria ter problemas, jamais sofreria. Porém, a realidade é que esse dia irá chegar. Pelo menos para as pessoas de carne e osso. Mesmo sendo “abusado” pelo meu atual dono, não ligo. De um jeito ou de outro ele precisa de mim. E continuo, a cada dia, conhecendo e vivendo algo novo.
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Tuning popular
Em qualquer lugar do mundo, todo proprietário de veículo gostaria de olhar para sua garagem e se sentir satisfeito e orgulhoso por ter uma máquina. Mas, e as pessoas menos favorecidas, que não têm condições de comprar um modelo superior a um simples, popular e usado? Elas não admiram seus carros? Claro que sim! A paixão delas é extrema. Às vezes é muito maior do que a de executivos com seus conhecidos sedãs.
Só que essa relação com seu humilde automóvel, o desejo de popularidade e a vontade de se sentir diferente dos outros pode levar o condutor a tomar atitudes no mínimo, inusitadas. Não pense que ele enlouqueceu. Pode até ser isso, mas ele traduz todos seus sentimentos na carroceria, no painel, no vidro...Não sejamos pessimistas. Por traz de todo o famoso Tuning Popular, existe a criatividade do motorista (e a condição financeira também).
Andando por qualquer lugar movimentado, você pode encontrar facilmente algum carro modificado pelo próprio dono. Vamos a alguns exemplos. O Ford Ka do web designer Marcos Lima nunca chamou a atenção pelas ruas. Mas depois que ele recebeu rodas de 16 polegadas do Audi, ronco de escapamento esportivo e uma grade de ferro feita manualmente que mais parecia um ancinho – ferramenta agrícola também conhecida como “rastelo” -, ele ficou famoso. Você pode pensar que até houve um grande investimento. Porém, tirando as rodas, o proprietário não gastou muito com o resto, já que o escapamento ficou cortado ao meio e a grade foi feita por pedaços de ferro que sobraram de uma obra.
A Brasília encostada na praça não possuía algo que atraísse olhares. Bom, mas se chegasse um pouco mais perto, era possível ver o atrativo do carro: no console, não havia rádio com cd player ou toca fitas, mas a pequena televisão de 7,5 polegadas que ali estava adaptada tinha AM e FM também.
Solange Pereira, gerente de uma famosa loja de autopeças, garante que a procura por adereços que modifiquem o visual do automóvel é maior do que o convencional. “Uma lanterna personalizada sai muito mais do que a original”, explica. Segundo a funcionária, este mercado cresceu muito e os famosos spoilers ou saias são os favoritos entre os jovens. Para o motor, o sucesso é o filtro esportivo.
Seja na parte externa ou interna, por que as pessoas gostam tanto de mexer em seus veículos? No caso do Ford Ka, o proprietário realmente queria chamar a atenção. Mas não é somente isso. O Celta do especialista em informática Márcio Seraggi possui saia, maçanetas, manopla de câmbio e tapetes cromados, lanterna modificada. As calotas continuam lá. Para Márcio, as alterações são como um vício: você começa e não para mais, e servem para agradar a si mesmo. Detalhe que ele instalou uma coluna de instrumentos e pintou as lanternas apenas com a ajuda do irmão.
Dizem que a personalidade do indivíduo está ligada ao carro que ele possui. Sendo assim, Rafael Mathias não deve ser muito confiável. Seu Palio é igual ao baú de um motoboy: cheio de adesivos. Essa foi a maneira que ele encontrou para esconder os riscos do automóvel.
Um pobre peugeot serviu de propaganda pessoal. Eram três adesivos na traseira: “Sou vegetariana”, “Cuidado, eu freio para animais” e ao lado da placa, o lendário rosto de Elvis Presley, em preto e branco mesmo, como foto de um álbum. Vai entender...
Para se tornar conhecido, expressar sentimentos ou apenas passar o tempo, é possível usar seu querido carro como vítima, desde que você não o maltrate. Com pouco investimento, basta ter criatividade e coragem para sair às ruas. Afinal tudo que é novo ou diferente, causa estranhamento ao ser humano, principalmente quando o assunto é uma das maiores paixões dos brasileiros.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
A solução para a locomoção em SP
Meu primeiro emprego era de digitador, numa empresa localizada na Avenida Paulista. Tinha 17 anos e a carteira de motorista ainda ia demorar um pouquinho para chegar. Então, o jeito era usar o transporte público diariamente, nos 18 quilometros aproximados de distância da minha casa.
Essa distância, no papel, parece ser pequena. Mas para um morador da cidade de São Paulo, isso significa uma eternidade. Você pensa "ah! claro. De ônibus deve demorar mais. Para nos pontos, desce gente, sobe gente, anda devagar, é pesado..". Na prática era pra ser assim. Porém, andar de coletivo em São Paulo pode até ser vantajoso. Se falando da questão de tempo, evidentemente.
Hoje trabalho num bairro mais próximo, há cerca de 9 quilometros de onde moro. Agora vou de carro, pois depois de enfrentar três anos no "busão", não só indo para Paulista, mas também para os outros empregos que tive, decidi ter mais conforto, mais privacidade, economizar tempo e me livrar de uma parcela do estresse cotidiano.
Só que percebi que são tantos carros, é tanta "gente motorizada" um pouco tarde. A anuidade do estacionamento já foi paga. De automóvel, estou levando o mesmo tempo que levava para vir da Consolação de ônibus à noite. Acrescentando combustível e manutenção, os valores ultrapassam a taxa gasta usando o transporte público.
Meu automóvel possui um motor de 1.800 cilindradas e faz 8,5 quilômetros com cada litro de gasolina. Por mês, vão embora 300 reais. E existe gente que paga isso como parcela de um carro novo.
Diante do disperdício, qual seria então a solução para se locomover nessa metrópole, já que se optar por ônibus, metrô e essas coisas estamos sujeitos à insegurança, desconforto e total dependência? Conversando com um rapaz na academia, surgiu uma ideia. Ele estava indignado, assim como eu, com a situação. Ele, um feliz proprietário de um Ford Ka 1.0, do modelo eleito o carro popular mais econômico pela revista Quatro Rodas há pouco tempo atrás.
A solução para tal problema seria o uso de uma motocicleta, dessas pequenas mesmo, já que algumas são automáticas. Basta acelerar, se equilibrar e frear. Sim, porque moto faz até 30km por litro de gasolina, estaciona em qualquer lugar e não enfrenta trânsito! Quer dizer, até enfrenta, mas escapa ligeiramente por entre os outros veículos. E o melhor, seu preço é muito baixo!
Claro que a condução sobre duas rodas exige mais atenção e é mais perigosa. Em dias de frio ou chuvosos, haja coragem para sair. Mas quem não quer chegar do trabalho em 10 ou 15 minutos, gastando apenas 80 reais por mês?
Essa distância, no papel, parece ser pequena. Mas para um morador da cidade de São Paulo, isso significa uma eternidade. Você pensa "ah! claro. De ônibus deve demorar mais. Para nos pontos, desce gente, sobe gente, anda devagar, é pesado..". Na prática era pra ser assim. Porém, andar de coletivo em São Paulo pode até ser vantajoso. Se falando da questão de tempo, evidentemente.
Hoje trabalho num bairro mais próximo, há cerca de 9 quilometros de onde moro. Agora vou de carro, pois depois de enfrentar três anos no "busão", não só indo para Paulista, mas também para os outros empregos que tive, decidi ter mais conforto, mais privacidade, economizar tempo e me livrar de uma parcela do estresse cotidiano.
Só que percebi que são tantos carros, é tanta "gente motorizada" um pouco tarde. A anuidade do estacionamento já foi paga. De automóvel, estou levando o mesmo tempo que levava para vir da Consolação de ônibus à noite. Acrescentando combustível e manutenção, os valores ultrapassam a taxa gasta usando o transporte público.
Meu automóvel possui um motor de 1.800 cilindradas e faz 8,5 quilômetros com cada litro de gasolina. Por mês, vão embora 300 reais. E existe gente que paga isso como parcela de um carro novo.
Diante do disperdício, qual seria então a solução para se locomover nessa metrópole, já que se optar por ônibus, metrô e essas coisas estamos sujeitos à insegurança, desconforto e total dependência? Conversando com um rapaz na academia, surgiu uma ideia. Ele estava indignado, assim como eu, com a situação. Ele, um feliz proprietário de um Ford Ka 1.0, do modelo eleito o carro popular mais econômico pela revista Quatro Rodas há pouco tempo atrás.
A solução para tal problema seria o uso de uma motocicleta, dessas pequenas mesmo, já que algumas são automáticas. Basta acelerar, se equilibrar e frear. Sim, porque moto faz até 30km por litro de gasolina, estaciona em qualquer lugar e não enfrenta trânsito! Quer dizer, até enfrenta, mas escapa ligeiramente por entre os outros veículos. E o melhor, seu preço é muito baixo!
Claro que a condução sobre duas rodas exige mais atenção e é mais perigosa. Em dias de frio ou chuvosos, haja coragem para sair. Mas quem não quer chegar do trabalho em 10 ou 15 minutos, gastando apenas 80 reais por mês?
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
O velho rico e o jovem pobre
Um jovem costuma se sentar todos os dias em frente à sua casa, humilde, em um bairro pobre de São Paulo. Ali permanecia pensativo e refletindo sobre os problemas da vida. Era muito inteligente e acabara de arrumar um emprego num escritório de contabilidade.
Certa vez, um carro de luxo parou à sua porta. Um senhor de bastante idade desceu, foi em direção ao garoto e pediu algumas informações sobre o bairro.
Este senhor era um empresário muito bem sucedido, que resolveu investir naquela região, montando uma empresa na rua da casa do jovem. Passado algum tempo, o moço e o velho se tornaram amigos.
Em uma das conversas rápidas que aconteciam diariamente, o senhor perguntou logo de prontidão ao jovem: - O que você mais gostaria de ter nessa vida? Ele respondeu: - Muito dinheiro! Tenho uma família maravilhosa, ótimos amigos, mas a falta de dinheiro me impede de fazer várias coisas. E o senhor?
- Queria ter minha juventude de volta.
E a conversa prosseguiu por muito tempo, com o velho contanto fatos de sua vida e o garoto entusiasmado com as histórias...
Se você estava pensando que esse texto continuaria com o idoso doando o dinheiro pro pobre, fazendo caridade e essas coisas, está enganado.
Este trecho introdutório serve conscientização para algumas pessoas. O jovem, mesmo pobre, ainda pode alcançar um dia a riqueza, apesar das dificuldades. O velho, com todo o dinheiro, jamais poderá realizar seu maior desejo, que é voltar à juventude. Porém, o jovem de qualquer forma ficará velho, até se virar rico.
A questão é que o dinheiro é a única diferença entre eles. A velhice, se sobreviverem, os jovens vão atingir. Dizem que o dinheiro é tudo na vida. De fato é, enquanto você pode usufruir dele. Mas caro leitor mais favorecido, lembre-se que seu corpo é idêntico ao dos pobres e seus destinos também serão os mesmos.
Certa vez, um carro de luxo parou à sua porta. Um senhor de bastante idade desceu, foi em direção ao garoto e pediu algumas informações sobre o bairro.
Este senhor era um empresário muito bem sucedido, que resolveu investir naquela região, montando uma empresa na rua da casa do jovem. Passado algum tempo, o moço e o velho se tornaram amigos.
Em uma das conversas rápidas que aconteciam diariamente, o senhor perguntou logo de prontidão ao jovem: - O que você mais gostaria de ter nessa vida? Ele respondeu: - Muito dinheiro! Tenho uma família maravilhosa, ótimos amigos, mas a falta de dinheiro me impede de fazer várias coisas. E o senhor?
- Queria ter minha juventude de volta.
E a conversa prosseguiu por muito tempo, com o velho contanto fatos de sua vida e o garoto entusiasmado com as histórias...
Se você estava pensando que esse texto continuaria com o idoso doando o dinheiro pro pobre, fazendo caridade e essas coisas, está enganado.
Este trecho introdutório serve conscientização para algumas pessoas. O jovem, mesmo pobre, ainda pode alcançar um dia a riqueza, apesar das dificuldades. O velho, com todo o dinheiro, jamais poderá realizar seu maior desejo, que é voltar à juventude. Porém, o jovem de qualquer forma ficará velho, até se virar rico.
A questão é que o dinheiro é a única diferença entre eles. A velhice, se sobreviverem, os jovens vão atingir. Dizem que o dinheiro é tudo na vida. De fato é, enquanto você pode usufruir dele. Mas caro leitor mais favorecido, lembre-se que seu corpo é idêntico ao dos pobres e seus destinos também serão os mesmos.
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sexta-feira, 30 de abril de 2010
Febre de futebol: só no ano da Copa?
O futebol realmente é uma paixão indescritível e impressionante. Pelo menos menos nesse ano aqui no Brasil e até o momento, os jogos podem comprovar isso. Todas as atuais competições nacionais e algumas internacionais também chegaram às suas fases decisivas. A cada jogo, um novo clima, uma nova história.
Na última quarta-feira, confesso que tive vontade de ficar em casa o dia todo, apenas assistindo às partidas pela televisão. À tarde, Inter x Barcelona; São Paulo x Universitário às 19h30 e depois outros duelos como Atlético Mineiro x Santos e Flamengo x Corinthians. Sem falar que no mesmo horário desses últimos, o Colorado estaria lá na Argentina, enfrentando o Banfield.
Como um colega do programa Estádio 97, da Rádio Energia FM havia dito, ano de Copa do Mundo realmente é diferente. Parece que tanto torcedores como jogadores e demais envolvidos nesse universo estão mais concentrados.
Incentivado pelo belo futebol do Santos e pelas voltas de craques que estavam no exterior, o brasileiro tomou novamente o gosto por esse esporte. Até os álbuns de figurinhas que eram febre no passado estão batendo recorde de vendas.
Sinceramente, não entendo como possa existir alguém que não goste de futebol. Pretendo fazer uma pesquisa sobre isso, mas antes preciso saber porque algumas pessoas só torcem no Mundial, que acontece há cada quatro anos.
Na última quarta-feira, confesso que tive vontade de ficar em casa o dia todo, apenas assistindo às partidas pela televisão. À tarde, Inter x Barcelona; São Paulo x Universitário às 19h30 e depois outros duelos como Atlético Mineiro x Santos e Flamengo x Corinthians. Sem falar que no mesmo horário desses últimos, o Colorado estaria lá na Argentina, enfrentando o Banfield.
Como um colega do programa Estádio 97, da Rádio Energia FM havia dito, ano de Copa do Mundo realmente é diferente. Parece que tanto torcedores como jogadores e demais envolvidos nesse universo estão mais concentrados.
Incentivado pelo belo futebol do Santos e pelas voltas de craques que estavam no exterior, o brasileiro tomou novamente o gosto por esse esporte. Até os álbuns de figurinhas que eram febre no passado estão batendo recorde de vendas.
Sinceramente, não entendo como possa existir alguém que não goste de futebol. Pretendo fazer uma pesquisa sobre isso, mas antes preciso saber porque algumas pessoas só torcem no Mundial, que acontece há cada quatro anos.
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Público não vê o lado de Bolinha, do Pânico
Apesar dos integrantes serem fãs declarados do Chaves, o programa Pânico, da RedeTV! parece não ter aprendido a lição da frase "a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena", usada pelos personagens mexicanos. No último domingo foi ao ar um quadro onde o comediante Marcos Chiesa, o Bola, se vingava pela segunda vez das situações de tortura e humilhação nas quais foi submetido, comandadas pelo diretor de externas Marcelo Bolinha.Bola e um produtor armaram uma festa surpresa na própria casa do diretor, reunindo travestis, DJ, decoração GLS e Paulinho Rola, homossexual que tem ganhado espaço no humorístico. Sobrou também para seu cão da raça Pitbull, que ganhou uma roupa rosa.
Conhecido por ter um perfil autoritário, Bolinha não gostou da brincadeira e disse que os responsáveis pela farra passaram dos limites. Em seu Twitter, o diretor se explicou declarando que Marcos Chiesa ganha muito mais do que ele, e que se tivesse um salário equivalente, não se importaria em ser o protagonista de quadros como o "Sentindo no Couro".
Muitas pessoas criticam o Marcelo pelo fato de ser responsável pelas ideias que "massacram" Bola, mas o público não sabe o que se passa nos bastidores e garanto que, como acontece comigo, todos riem desses quadros.
Ouvi dizer que o Marcos Chiesa desejava ser mais reconhecido dentro do Pânico e por isso aceitou realizar as ações de tortura, fazendo com que os telespectadores tenham pena e ao mesmo tempo se divirtam assistindo.
Na minha opinião, Bolinha não quer ver seu colega sofrendo em público. Assim como Bola, ele é apenas mais um funcionário que ajuda o programa seguir a linha de um humor através de situações inusitadas e inéditas sem apelação. Linha essa que várias vezes fez a atração atingir o primeiro lugar do Ibope e permanecer há mais de seis anos no ar. Produtores, apresentadores e todo elenco mantém uma boa relação. Boatos de intrigas existem, mas não são verídicos.
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