quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Como um Fusca Velho
Hoje cheguei a uma nova residência. Um novo lar. Agora sou usado para transportar algumas tralhas. Pelo menos ainda sou útil.
Ao longo da vida, passei por todas as emoções que o ser humano pode ter ou sentir, sendo que estive presente em várias delas. Fui a hospitais, cemitérios, parques, clubes, escolas, empresas, restaurantes e festas. Fiz centenas de viagens para fora de São Paulo. Conheço inúmeros caminhos. Acompanhei adultos, jovens, idosos e crianças. Vi tudo acontecer. Vi a vida das pessoas passar enquanto a minha passava despercebida por elas.
E eu também nem percebi, fiquei velho, ultrapassado; mas sempre tive valor. Acredito ser imortal. As pessoas, eu sei que não são. Elas buscam de várias maneiras se manterem vivas. Assim como eu, também precisam trocar peças ao longo da vida. E chegam a um ponto que nem mesmo a substituição por outras novinhas trarão a salvação. Comigo é diferente. Enquanto me mantém funcionando e cuidam de mim, eu estou aqui. Como disse, acho que sou imortal.
Aliás, acho que só há uma maneira de eu morrer, como diversos colegas da mesma espécie ou gênero. E pensando bem, dessa mesma maneira ou humanos também morrem. Não de imediato, mas morrem aos poucos, ou tem o seu funcionamento prejudicado. Estou falando da solidão. Se me abandonarem, a doença da ferrugem começa a me consumir. E a tristeza também. Morro de medo da palavra “ferro-velho”. Para mim, ela tem o mesmo significado de “cemitério” para os humanos.
Com meus 32 anos de existência, minhas experiências se entrelaçam com as de um senhor lúcido. É difícil compreender como tempo passa, como tudo muda. Há algum tempo, eu era o mais desejado, o orgulho do proprietário. As pessoas me respeitavam demais. Agora sou visto - isso quando sou notado, como um acabado, um velho.
Por isso posso dizer que sei como cada humano, em cada fase da vida, se sente. Também pensava que jamais iria ficar velho, jamais iria ter problemas, jamais sofreria. Porém, a realidade é que esse dia irá chegar. Pelo menos para as pessoas de carne e osso. Mesmo sendo “abusado” pelo meu atual dono, não ligo. De um jeito ou de outro ele precisa de mim. E continuo, a cada dia, conhecendo e vivendo algo novo.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Tuning popular
Não sejamos pessimistas. Por traz de todo o famoso Tuning Popular, existe a criatividade do motorista (e a condição financeira também).
Andando por qualquer lugar movimentado, você pode encontrar facilmente algum carro modificado pelo próprio dono. Vamos a alguns exemplos. O Ford Ka do web designer Marcos Lima nunca chamou a atenção pelas ruas. Mas depois que ele recebeu rodas de 16 polegadas do Audi, ronco de escapamento esportivo e uma grade de ferro feita manualmente que mais parecia um ancinho – ferramenta agrícola também conhecida como “rastelo” -, ele ficou famoso. Você pode pensar que até houve um grande investimento. Porém, tirando as rodas, o proprietário não gastou muito com o resto, já que o escapamento ficou cortado ao meio e a grade foi feita por pedaços de ferro que sobraram de uma obra.
A Brasília encostada na praça não possuía algo que atraísse olhares. Bom, mas se chegasse um pouco mais perto, era possível ver o atrativo do carro: no console, não havia rádio com cd player ou toca fitas, mas a pequena televisão de 7,5 polegadas que ali estava adaptada tinha AM e FM também.
Solange Pereira, gerente de uma famosa loja de autopeças, garante que a procura por adereços que modifiquem o visual do automóvel é maior do que o convencional. “Uma lanterna personalizada sai muito mais do que a original”, explica. Segundo a funcionária, este mercado cresceu muito e os famosos spoilers ou saias são os favoritos entre os jovens. Para o motor, o sucesso é o filtro esportivo.
Seja na parte externa ou interna, por que as pessoas gostam tanto de mexer em seus veículos? No caso do Ford Ka, o proprietário realmente queria chamar a atenção. Mas não é somente isso. O Celta do especialista em informática Márcio Seraggi possui saia, maçanetas, manopla de câmbio e tapetes cromados, lanterna modificada. As calotas continuam lá. Para Márcio, as alterações são como um vício: você começa e não para mais, e servem para agradar a si mesmo. Detalhe que ele instalou uma coluna de instrumentos e pintou as lanternas apenas com a ajuda do irmão.
Dizem que a personalidade do indivíduo está ligada ao carro que ele possui. Sendo assim, Rafael Mathias não deve ser muito confiável. Seu Palio é igual ao baú de um motoboy: cheio de adesivos. Essa foi a maneira que ele encontrou para esconder os riscos do automóvel.
Um pobre peugeot serviu de propaganda pessoal. Eram três adesivos na traseira: “Sou vegetariana”, “Cuidado, eu freio para animais” e ao lado da placa, o lendário rosto de Elvis Presley, em preto e branco mesmo, como foto de um álbum. Vai entender...
Para se tornar conhecido, expressar sentimentos ou apenas passar o tempo, é possível usar seu querido carro como vítima, desde que você não o maltrate. Com pouco investimento, basta ter criatividade e coragem para sair às ruas. Afinal tudo que é novo ou diferente, causa estranhamento ao ser humano, principalmente quando o assunto é uma das maiores paixões dos brasileiros.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
A solução para a locomoção em SP
Essa distância, no papel, parece ser pequena. Mas para um morador da cidade de São Paulo, isso significa uma eternidade. Você pensa "ah! claro. De ônibus deve demorar mais. Para nos pontos, desce gente, sobe gente, anda devagar, é pesado..". Na prática era pra ser assim. Porém, andar de coletivo em São Paulo pode até ser vantajoso. Se falando da questão de tempo, evidentemente.
Hoje trabalho num bairro mais próximo, há cerca de 9 quilometros de onde moro. Agora vou de carro, pois depois de enfrentar três anos no "busão", não só indo para Paulista, mas também para os outros empregos que tive, decidi ter mais conforto, mais privacidade, economizar tempo e me livrar de uma parcela do estresse cotidiano.
Só que percebi que são tantos carros, é tanta "gente motorizada" um pouco tarde. A anuidade do estacionamento já foi paga. De automóvel, estou levando o mesmo tempo que levava para vir da Consolação de ônibus à noite. Acrescentando combustível e manutenção, os valores ultrapassam a taxa gasta usando o transporte público.
Meu automóvel possui um motor de 1.800 cilindradas e faz 8,5 quilômetros com cada litro de gasolina. Por mês, vão embora 300 reais. E existe gente que paga isso como parcela de um carro novo.
Diante do disperdício, qual seria então a solução para se locomover nessa metrópole, já que se optar por ônibus, metrô e essas coisas estamos sujeitos à insegurança, desconforto e total dependência? Conversando com um rapaz na academia, surgiu uma ideia. Ele estava indignado, assim como eu, com a situação. Ele, um feliz proprietário de um Ford Ka 1.0, do modelo eleito o carro popular mais econômico pela revista Quatro Rodas há pouco tempo atrás.
A solução para tal problema seria o uso de uma motocicleta, dessas pequenas mesmo, já que algumas são automáticas. Basta acelerar, se equilibrar e frear. Sim, porque moto faz até 30km por litro de gasolina, estaciona em qualquer lugar e não enfrenta trânsito! Quer dizer, até enfrenta, mas escapa ligeiramente por entre os outros veículos. E o melhor, seu preço é muito baixo!
Claro que a condução sobre duas rodas exige mais atenção e é mais perigosa. Em dias de frio ou chuvosos, haja coragem para sair. Mas quem não quer chegar do trabalho em 10 ou 15 minutos, gastando apenas 80 reais por mês?
sexta-feira, 7 de maio de 2010
O velho rico e o jovem pobre
Certa vez, um carro de luxo parou à sua porta. Um senhor de bastante idade desceu, foi em direção ao garoto e pediu algumas informações sobre o bairro.
Este senhor era um empresário muito bem sucedido, que resolveu investir naquela região, montando uma empresa na rua da casa do jovem. Passado algum tempo, o moço e o velho se tornaram amigos.
Em uma das conversas rápidas que aconteciam diariamente, o senhor perguntou logo de prontidão ao jovem: - O que você mais gostaria de ter nessa vida? Ele respondeu: - Muito dinheiro! Tenho uma família maravilhosa, ótimos amigos, mas a falta de dinheiro me impede de fazer várias coisas. E o senhor?
- Queria ter minha juventude de volta.
E a conversa prosseguiu por muito tempo, com o velho contanto fatos de sua vida e o garoto entusiasmado com as histórias...
Se você estava pensando que esse texto continuaria com o idoso doando o dinheiro pro pobre, fazendo caridade e essas coisas, está enganado.
Este trecho introdutório serve conscientização para algumas pessoas. O jovem, mesmo pobre, ainda pode alcançar um dia a riqueza, apesar das dificuldades. O velho, com todo o dinheiro, jamais poderá realizar seu maior desejo, que é voltar à juventude. Porém, o jovem de qualquer forma ficará velho, até se virar rico.
A questão é que o dinheiro é a única diferença entre eles. A velhice, se sobreviverem, os jovens vão atingir. Dizem que o dinheiro é tudo na vida. De fato é, enquanto você pode usufruir dele. Mas caro leitor mais favorecido, lembre-se que seu corpo é idêntico ao dos pobres e seus destinos também serão os mesmos.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Febre de futebol: só no ano da Copa?
Na última quarta-feira, confesso que tive vontade de ficar em casa o dia todo, apenas assistindo às partidas pela televisão. À tarde, Inter x Barcelona; São Paulo x Universitário às 19h30 e depois outros duelos como Atlético Mineiro x Santos e Flamengo x Corinthians. Sem falar que no mesmo horário desses últimos, o Colorado estaria lá na Argentina, enfrentando o Banfield.
Como um colega do programa Estádio 97, da Rádio Energia FM havia dito, ano de Copa do Mundo realmente é diferente. Parece que tanto torcedores como jogadores e demais envolvidos nesse universo estão mais concentrados.
Incentivado pelo belo futebol do Santos e pelas voltas de craques que estavam no exterior, o brasileiro tomou novamente o gosto por esse esporte. Até os álbuns de figurinhas que eram febre no passado estão batendo recorde de vendas.
Sinceramente, não entendo como possa existir alguém que não goste de futebol. Pretendo fazer uma pesquisa sobre isso, mas antes preciso saber porque algumas pessoas só torcem no Mundial, que acontece há cada quatro anos.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Público não vê o lado de Bolinha, do Pânico
Apesar dos integrantes serem fãs declarados do Chaves, o programa Pânico, da RedeTV! parece não ter aprendido a lição da frase "a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena", usada pelos personagens mexicanos. No último domingo foi ao ar um quadro onde o comediante Marcos Chiesa, o Bola, se vingava pela segunda vez das situações de tortura e humilhação nas quais foi submetido, comandadas pelo diretor de externas Marcelo Bolinha.sexta-feira, 23 de abril de 2010
Vivendo para ser lembrado
Falando da escolha positiva, algumas atitudes básicas, em determinadas fases, podem tornar nossa imagem memorável pelas pessoas: respeitar e ouvir os mais velhos, aprender coisas novas, fazer muitos amigos, ter boa relação com quem tem contato direta e indiretamente, ajudar os necessitados, dar presentes, lembrar de aniversários, fazer surpresas, visitar, ter bom humor, sorrir, cumprir, ser fiel e doar.
Quanto à maneira negativa, ao estilo "fale mal, mas fale de mim", existem inúmeras. Nesse caso, prefiro não postar. Será que essa omissão vai fazer o índice da minha popularidade na sua memória cair?
segunda-feira, 19 de abril de 2010
O último terreno

O projeto de construção de três sobrados numa pequena rua sem saída aqui perto de casa foi aprovado e já está sendo colocado em prática. Com isso, o último terreno baldio do bairro foi tomado por concreto e logo receberá novos moradores.
Quando chegamos à Vila Califórnia, no final do ano 1990, havia muitos terrenos abandonados, que certas vezes eram a alegria das crianças, que ocupavam esses espaços durante o dia para jogar bola e empinar pipa. Eu mesmo já fiz isso.
Sempre que passava pelas ruas onde passou sua infância, no Brooklin, meu pai apontava edifícios, avenidas e até lojas e dizia que ali, antigamente, abrigavam grandes campos de futebol, que agora existem apenas na memória de quem passou ou esteve lá.
Eu imaginava que isso jamais fosse acontecer comigo: olhar para um lugar que anteriormente era palco de muita diversão, ponto de encontro dos amigos e que hoje apresenta um cenário totalmente diferente do passado.
Ainda bem que já há algum tempo possuímos recursos para registrar alguns dos momentos maravilhosos em locais hoje tomados por um empreendimento. Seria difícil de uma criança acreditar, sem que haja uma prova, que o prédio onde mora e a avenida que o recebe foi construído no lugar de um campinho que, enquanto existiu, recebeu inúmeras pessoas, com histórias diferentes... que muita coisa aconteceu naquela área.
Mas fazer o quê? Hoje em dia há muito mais gente, muito mais necessidades e a ganância cresce junto com tudo isso. O entretenimento, a diversão e o esporte perdem espaço. Pelas minhas contas, só aqui na redondeza, foram quatro quadras e mais três campos que tiveram esse destino. A Prefeitura e os moradores até tentam fazer suas partes, mas a concorrência com as empresas chega a ser ridícula.
Alguns comemoram o fato de parques públicos receberem muitas pessoas. Isso acontece em razão das poucas ou nenhuma opção nos bairros.
Tudo hoje atinge números incríveis nessa metrópole: o trânsito, as filas, pessoas, casas, prédios... Chega a ser irritante. Em contrapartida, só a natureza. Não há mais espaço pra ela. O cimento e o asfato invadiram a terra. A água não tem pra onde ir. O fogo não consegue se alastrar. O vento está ficando fraco. O ar também já está com os dias contados. Mas eles aos poucos começam a dar o troco. E pelas tragédias que vimos ultimamente, é melhor ter consciência, agir diferente e não medir forças. Caso contrário, não haverá alguém sequer para contar nossa história.
domingo, 18 de abril de 2010
Retorno oficial às quadras
Minha atuação não foi tão boa, culpa da má alimentação. Cheguei a passar mal na quadra e ao término da partida também. Mas tudo ficou bem depois de um banho gelado e um beirute do Habib's. Como dizem os profissionais, "o que vale são os três pontos".
Eu adoro jogar assim, valendo, decisão... com emoção. Estava com saudades disso. O tarô não mente mesmo, hein? Há uns meses atrás ele apontava muitos campeonatos em minha vida.
Entrei pro Revolução a convite do meu amigo Paulo Pindó, que foi meu parceiro no Tupi F. C. em 2004 e 2005. O time é bom, a começar pelo goleiro, Rodrigo Bomberman, também meu amigo de longa data e que a cada disputa parece passar mais confiança e segurança aos colegas. Arrisco dizer que chegaremos à final.
Quanto a mim, preciso de uma sequencia de jogos e uma preparação mais específica para voltar à minha melhor fase. Vou aprimorar os membros inferiores na academia, apesar da preguiça.
Em breve postarei mais informações sobre o Revolução
sexta-feira, 16 de abril de 2010
O Prazer de Ganhar Coisas Simples
Muitas vezes, os locais que abrigam esses espetáculos são simples e o valor da entrada não é assim, um absurdo. Alguns custam, no máximo R$ 10,00.
O sistema faz o sorteio automatica e aleatoriamente. Depois, nós entramos em contato pessoalmente com os ganhadores.
Em quase dois anos de trabalho lá, me chamou a atenção a felicidade das pessoas ao saber que levaram o prêmio. Chegam até ficar exaltadas, gritam, comemoram.
Isso me fez pensar um pouco sobre o valor de se ganhar algo inesperado (e de graça), a questão da surpresa.
Acho que todos nós estamos acostumados a promessas e enganações na vida, seja através dos políticos ou até mesmo naqueles sorteios de shoppings, loterias ou da tele-sena. Nunca se sabe quem ganhou, ou ao menos conhecem o felizardo. Será que existe alguma manipulação? Fica a pergunta. Pelo menos no Sampa, tudo é feito de maneira honesta. Não estou querendo fazer propaganda.
Quantas alegrias, comemorações, sorrisos foram perdidos por causa da desonestidade das pessoas? Por mais simples que seja o presente, quem é que não gosta de uma lembrança, um reconhecimento?
Por mais simples que seja o presente, não há valor que pague o prazer, a sensação de ser importante para alguém e de ser contemplado.
Apesar de todas essas sensações, uma jamais será superada: a satisfação. A satisfação de promover todas as sensações. A satisfação de ser o responsável por conceder o presente.
Mentirosos são aqueles que frequentemente pensam que não têm sorte. Quem diz que "nunca ganhou alguma coisa" está, certamente, pensando só no lado material. Todo dia nós ganhamos alguma coisa. Pare e repare. Você vai perceber.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A fórmula para derrotar a equipe do Santos
Hoje, como gosto de ver partidas de qualquer time, desde que haja emoção ou jogadas bonitas, escolhi a do Santos x Guarani.
Como era de se esperar, a equipe da Vila Belmiro chocolatou os alvi-verdes por oito tentos a um. Enquanto enchia os olhos com ataques rápidos, tabelas eficientes e dribles objetivos, fui analisando como algum outro clube pode fazer frente e parar esses malabaristas.
Pra começar, o Santos ataca com praticamente todos jogadores, sobrando a defesa apenas para os coitados Durval e Edu Dracena. Ah, o Arouca também da uma forcinha lá atrás. O que acontece é que todos esses "atacantes" voltam para ajudar e pressionam o adversário em seu campo, sufocando-o e intimidando-o.
Mas como é normal dos atletas, o cansaço físico pode aparecer em qualquer momento. No peixe, isso acontece quase no final do primeiro tempo e na metade em diante da etapa final. O lado ofensivo não para; é uma máquina. Só que o defensivo é prejudicado pelo cansaço de ter que "ajudar voltando".
Nessa hora de pane, o outro time pode tirar proveito da situação, mas terá de concluir com precisão à meta e evitar o contra-ataque. Há um buraco entre zagueiros e voltantes no conjunto de Dorival Jr. Quanto mais atacantes e meias de qualidade do clube adversário, maior a chance de se derrotar o Santos, lembrando que vale usar da tática de Neymar e Cia.: movimentação extrema, velocidade e composição coletiva sem a bola. Jogadas áereas também farão os peixinhos morrerem na praia, pela média de altura dos atletas, considerada baixa.
Receita - Como ganhar do Santos:
- Escalação ofensiva (4-3-3; 3-4-3);
- Movimentação dos atacantes e meias, alternando suas posições;
- Apoio de laterais é fundamental, desde que eles voltem para ajudar;
- Volantes versáteis, que saibam desarmar e avançar;
- Evitar contra-ataques;
- Bola aéreas;
- Vontade;
- Garra;
- Sorte.
Agora, colocar tudo isso na cabeça de cada jogador, já são outros quinhentos... Mas arrisco aqui dois times que se encaixam mais ou menos no perfil da receita, e o Santos poderia sair derrotado caso enfrentasse: Grêmio (RS) e Cruzeiro.
Para o meu querido tricolor paulista, próximo oponente, ficam as dicas. E acredito na vitória do São Paulo domingo, mas por dois gols vai ser complicado.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Dia do Pequeno Leitor conscientiza crianças em Cidade Ademar
A subprefeitura de Cidade Ademar realiza no próximo domingo, o evento "O Dia do Pequeno Leitor", que reúne diversas atrações para enfatizar a importância da leitura para as crianças. As atividades começam às 10h e permanecem até às 17h no espaço do Ecoponto Cupecê, que fica na Rua Anália Maria de Jesus, 131, Zona Sul da capital.
Através de palestras, shows, exposições, oficinas culturais, apresentação de grupos de dança, orquestras, contos, palhaços e outras demonstrações, os visitantes são levados ao universo dos livros e à conscientização de que a leitura é essencial na vida de todos, principalmente no âmbito cultural, social, educacional e também profissional.
A entrada é franca e aberta ao público, que poderá aproveitar a distribuição do algodão doce e pipoca, além de concorrer a brindes em sorteios.
Haverá ainda uma área exclusiva dedicada a Monteiro Lobato, um dos maiores nomes da literatura infantil brasileira, com exposição sobre seu trabalho e vida, e a presença de personagens do "Sítio do Pica Pau Amarelo".
Serviço:
"Dia do Pequeno Leitor"
Data: domingo, 18/04
Horário: das 10h às 17h
Local: Ecoponto Cupecê - Rua Anália Maria de Jesus, 131 - Jardim Cupecê
Entrada franca
Informações: 5666-0475
Veja a matéria no site: http://www.sampaonline.com.br/noticias/cidadeademar2010abr13diadopequenoleitor.php
Cansaço
Mas tudo bem, foram tantas coisas para resolver lá no Sampa Online que nem tive oportunidade de pensar algo interessante.
O que me chamou a atenção hoje foi o programa "Todo Seu", do Ronnie Von (não sei se está certo a grafia do nome). Nos poucos minutos em que jantava deixei a gazeta sintonizada justamente nesse horário e o conteúdo prometido pelo apresentador pareceu ótimo, a começar pelo especialista em Geografia que abordou a questão das tragédias climáticas que vem acontecendo no Brasil, dando ênfase às chuvas do Rio de Janeiro. Um programa simples: tema + convidado e entrevistas, mas que foge dos padrões atuais: é comandado por um homem.
Caros leitores desse humilde Blog, amanhã prometo um texto melhor e mais centralizado em um único assunto, ok? O sono está me consumindo!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Um bom começo
Gostaria de expor minha opinião e algumas experiências sobre fatos que rodeiam e acontecem na minha vida. Claro que o futebol e os automóveis vão estar quase sempre em evidência. Mas afinal, eu criei isso aqui pra escrever sobre o que eu gosto, ou pelo menos sobre o que eu estou afim.
Hoje, como se trata de um texto inicial, não vou entrar em questão sobre o que aconteceu, o que estou pensando e essas coisas. Na verdade, eu deveria estar escrevendo uma resenha a respeito de uma palestra que assisti na faculdade, por sinal muito boa, porém a ideia da liberdade do texto de um blog pessoal me ganhou.
Levando em conta o último o final de semana que passei, assunto aqui não iria faltar: Gol Fest no anhembi, excursão e trilha com o CAB e semifinal do Paulistão rolando na TV... Só que os erros do árbitro da partida e o resultado final me deixaram tão nervoso que prefiro não falar disso agora.
Este pequeno texto serve apenas como um breve aperitivo do que você verá por aqui, seja lá você quem for. Espero que as donas Horas de Sono continuem com essa parceria para que eu também continue escrevendo. E prometo um texto específico na próxima ocasião.
Abraço a todos.


