sexta-feira, 30 de abril de 2010

Febre de futebol: só no ano da Copa?

O futebol realmente é uma paixão indescritível e impressionante. Pelo menos menos nesse ano aqui no Brasil e até o momento, os jogos podem comprovar isso. Todas as atuais competições nacionais e algumas internacionais também chegaram às suas fases decisivas. A cada jogo, um novo clima, uma nova história.
Na última quarta-feira, confesso que tive vontade de ficar em casa o dia todo, apenas assistindo às partidas pela televisão. À tarde, Inter x Barcelona; São Paulo x Universitário às 19h30 e depois outros duelos como Atlético Mineiro x Santos e Flamengo x Corinthians. Sem falar que no mesmo horário desses últimos, o Colorado estaria lá na Argentina, enfrentando o Banfield.
Como um colega do programa Estádio 97, da Rádio Energia FM havia dito, ano de Copa do Mundo realmente é diferente. Parece que tanto torcedores como jogadores e demais envolvidos nesse universo estão mais concentrados.
Incentivado pelo belo futebol do Santos e pelas voltas de craques que estavam no exterior, o brasileiro tomou novamente o gosto por esse esporte. Até os álbuns de figurinhas que eram febre no passado estão batendo recorde de vendas.
Sinceramente, não entendo como possa existir alguém que não goste de futebol. Pretendo fazer uma pesquisa sobre isso, mas antes preciso saber porque algumas pessoas só torcem no Mundial, que acontece há cada quatro anos.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Público não vê o lado de Bolinha, do Pânico

Apesar dos integrantes serem fãs declarados do Chaves, o programa Pânico, da RedeTV! parece não ter aprendido a lição da frase "a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena", usada pelos personagens mexicanos. No último domingo foi ao ar um quadro onde o comediante Marcos Chiesa, o Bola, se vingava pela segunda  vez das situações de tortura e humilhação nas quais foi submetido, comandadas pelo diretor de externas Marcelo Bolinha.
Bola e um produtor armaram uma festa surpresa na própria casa do diretor, reunindo travestis, DJ, decoração GLS e Paulinho Rola, homossexual que tem ganhado espaço no humorístico. Sobrou também para seu cão da raça Pitbull, que ganhou uma roupa rosa.
Conhecido por ter um perfil autoritário, Bolinha não gostou da brincadeira e disse que os responsáveis pela farra passaram dos limites. Em seu Twitter, o diretor se explicou declarando que Marcos Chiesa ganha muito mais do que ele, e que se tivesse um salário equivalente, não se importaria em ser o protagonista de quadros como o "Sentindo no Couro".
Muitas pessoas criticam o Marcelo pelo fato de ser responsável pelas ideias que "massacram" Bola, mas o público não sabe o que se passa nos bastidores e garanto que, como acontece comigo, todos riem desses quadros.
Ouvi dizer que o Marcos Chiesa desejava ser mais reconhecido dentro do Pânico e por isso aceitou realizar as ações de tortura, fazendo com que os telespectadores tenham pena e ao mesmo tempo se divirtam assistindo.
Na minha opinião, Bolinha não quer ver seu colega sofrendo em público. Assim como Bola, ele é apenas mais um funcionário que ajuda o programa seguir a linha de um humor através de situações inusitadas e inéditas sem apelação. Linha essa que várias vezes fez a atração atingir o primeiro lugar do Ibope e permanecer há mais de seis anos no ar. Produtores, apresentadores e todo elenco mantém uma boa relação. Boatos de intrigas existem, mas não são verídicos.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Vivendo para ser lembrado

Fugindo novamente um pouco da linha dissertativa, um diálogo do filme "A vida de David Gale", que aborda principalmente a questão da pena de morte, me chamou a atenção e me fez pensar sobre o assunto. Na cena, uma jornalista comentava com o condenado que ele devia fazer de tudo para tentar evitar o terrível desfecho de sua história. Ele, por sua vez, se mostrava conformado e até seguro sobre a decisão da justiça e respondeu à moça dizendo que na vida, passamos o tempo todo tentando enganar a morte. Amamos, trabalhamos, gastamos dinheiro, fazemos amizades e tomamos remédios. As pessoas podem realizar as ações mais incríveis, desenvolver sentimentos e atingir os objetivos, mas infelizmente elas irão deixar o mundo, de qualquer forma.
Então, se vamos todos morrer, não vamos nos empenhar aqui na Terra, vamos desanimar? Pelo contrário. Certos de que não sobreviveremos, temos de aproveitar enquanto estamos aqui. Cada momento, cada experiência. Tentar fazer o melhor possível, para que mesmo mortos, sejamos lembrados por outras gerações. Não precisamos seguir à risca aquela história de plantar uma árvore, escrever um livro e fazer um filho. Basta fazer algo que fique marcado. Bom ou ruim, fica a seu critério.
Falando da escolha positiva, algumas atitudes básicas, em determinadas fases, podem tornar nossa imagem memorável pelas pessoas: respeitar e ouvir os mais velhos, aprender coisas novas, fazer muitos amigos, ter boa relação com quem tem contato direta e indiretamente, ajudar os necessitados, dar presentes, lembrar de aniversários, fazer surpresas, visitar, ter bom humor, sorrir, cumprir, ser fiel e doar.
Quanto à maneira negativa, ao estilo "fale mal, mas fale de mim", existem inúmeras. Nesse caso, prefiro não postar. Será que essa omissão vai fazer o índice da minha popularidade na sua memória cair?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O último terreno


O projeto de construção de três sobrados numa pequena rua sem saída aqui perto de casa foi aprovado e já está sendo colocado em prática. Com isso, o último terreno baldio do bairro foi tomado por concreto e logo receberá novos moradores.
Quando chegamos à Vila Califórnia, no final do ano 1990, havia muitos terrenos abandonados, que certas vezes eram a alegria das crianças, que ocupavam esses espaços durante o dia para jogar bola e empinar pipa. Eu mesmo já fiz isso.
Sempre que passava pelas ruas onde passou sua infância, no Brooklin, meu pai apontava edifícios, avenidas e até lojas e dizia que ali, antigamente, abrigavam grandes campos de futebol, que agora existem apenas na memória de quem passou ou esteve lá.
Eu imaginava que isso jamais fosse acontecer comigo: olhar para um lugar que anteriormente era palco de muita diversão, ponto de encontro dos amigos e que hoje apresenta um cenário totalmente diferente do passado.
Ainda bem que já há algum tempo possuímos recursos para registrar alguns dos momentos maravilhosos em locais hoje tomados por um empreendimento. Seria difícil de uma criança acreditar, sem que haja uma prova, que o prédio onde mora e a avenida que o recebe foi construído no lugar de um campinho que, enquanto existiu, recebeu inúmeras pessoas, com histórias diferentes... que muita coisa aconteceu naquela área.
Mas fazer o quê? Hoje em dia há muito mais gente, muito mais necessidades e a ganância cresce junto com tudo isso. O entretenimento, a diversão e o esporte perdem espaço. Pelas minhas contas, só aqui na redondeza, foram quatro quadras e mais três campos que tiveram esse destino. A Prefeitura e os moradores até tentam fazer suas partes, mas a concorrência com as empresas chega a ser ridícula.
Alguns comemoram o fato de parques públicos receberem muitas pessoas. Isso acontece em razão das poucas ou nenhuma opção nos bairros.
Tudo hoje atinge números incríveis nessa metrópole: o trânsito, as filas, pessoas, casas, prédios... Chega a ser irritante. Em contrapartida, só a natureza. Não há mais espaço pra ela. O cimento e o asfato invadiram a terra. A água não tem pra onde ir. O fogo não consegue se alastrar. O vento está ficando fraco. O ar também já está com os dias contados. Mas eles aos poucos começam a dar o troco. E pelas tragédias que vimos ultimamente, é melhor ter consciência, agir diferente e não medir forças. Caso contrário, não haverá alguém sequer para contar nossa história.



domingo, 18 de abril de 2010

Retorno oficial às quadras

Depois de disputar um campeonato pela última vez em 2006, voltei a jogar oficialmente no sábado, pela humilde equipe do Revolução da Sul. A partida aconteceu no Esporte Bingo, no bairro da Vila Rubi, na zona sul e terminou com placar de 3 a 2 a nosso favor.
Minha atuação não foi tão boa, culpa da má alimentação. Cheguei a passar mal na quadra e ao término da partida também. Mas tudo ficou bem depois de um banho gelado e um beirute do Habib's. Como dizem os profissionais, "o que vale são os três pontos".
Eu adoro jogar assim, valendo, decisão... com emoção. Estava com saudades disso. O tarô não mente mesmo, hein? Há uns meses atrás ele apontava muitos campeonatos em minha vida.
Entrei pro Revolução a convite do meu amigo Paulo Pindó, que foi meu parceiro no Tupi F. C. em 2004 e 2005. O time é bom, a começar pelo goleiro, Rodrigo Bomberman, também meu amigo de longa data e que a cada disputa parece passar mais confiança e segurança aos colegas. Arrisco dizer que chegaremos à final.
Quanto a mim, preciso de uma sequencia de jogos e uma preparação mais específica para voltar à minha melhor fase. Vou aprimorar os membros inferiores na academia, apesar da preguiça.
Em breve postarei mais informações sobre o Revolução

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O Prazer de Ganhar Coisas Simples

No SampaOnline, realizamos uma vez por semana, um sorteio de ingressos dos espetáculos de teatro, dança, shows, infantil e música clássica em cartaz ou que estreiam na cidade. Para participar, basta fazer um cadastro rapidinho e sem burocracia.
Muitas vezes, os locais que abrigam esses espetáculos são simples e o valor da entrada não é assim, um absurdo. Alguns custam, no máximo R$ 10,00.
O sistema faz o sorteio automatica e aleatoriamente. Depois, nós entramos em contato pessoalmente com os ganhadores.
Em quase dois anos de trabalho lá, me chamou a atenção a felicidade das pessoas ao saber que levaram o prêmio. Chegam até ficar exaltadas, gritam, comemoram.
Isso me fez pensar um pouco sobre o valor de se ganhar algo inesperado (e de graça), a questão da surpresa.
Acho que todos nós estamos acostumados a promessas e enganações na vida, seja através dos políticos ou até mesmo naqueles sorteios de shoppings, loterias ou da tele-sena. Nunca se sabe quem ganhou, ou ao menos conhecem o felizardo. Será que existe alguma manipulação? Fica a pergunta. Pelo menos no Sampa, tudo é feito de maneira honesta. Não estou querendo fazer propaganda.
Quantas alegrias, comemorações, sorrisos foram perdidos por causa da desonestidade das pessoas? Por mais simples que seja o presente, quem é que não gosta de uma lembrança, um reconhecimento?
Por mais simples que seja o presente, não há valor que pague o prazer, a sensação de ser importante para alguém e de ser contemplado.
Apesar de todas essas sensações, uma jamais será superada: a satisfação. A satisfação de promover todas as sensações. A satisfação de ser o responsável por conceder o presente.
Mentirosos são aqueles que frequentemente pensam que não têm sorte. Quem diz que "nunca ganhou alguma coisa" está, certamente, pensando só no lado material. Todo dia nós ganhamos alguma coisa. Pare e repare. Você vai perceber.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A fórmula para derrotar a equipe do Santos

Quarta-feira, dia de futebol na televisão. Já na hora de acordar, umas das primeiras coisas que penso é quais serão os jogos transmitidos e qual destes eu vou escolher para assistir.
Hoje, como gosto de ver partidas de qualquer time, desde que haja emoção ou jogadas bonitas, escolhi a do Santos x Guarani.
Como era de se esperar, a equipe da Vila Belmiro chocolatou os alvi-verdes por oito tentos a um. Enquanto enchia os olhos com ataques rápidos, tabelas eficientes e dribles objetivos, fui analisando como algum outro clube pode fazer frente e parar esses malabaristas.
Pra começar, o Santos ataca com praticamente todos jogadores, sobrando a defesa apenas para os coitados Durval e Edu Dracena. Ah, o Arouca também da uma forcinha lá atrás. O que acontece é que todos esses "atacantes" voltam para ajudar e pressionam o adversário em seu campo, sufocando-o e intimidando-o.
Mas como é normal dos atletas, o cansaço físico pode aparecer em qualquer momento. No peixe, isso acontece quase no final do primeiro tempo e na metade em diante da etapa final. O lado ofensivo não para; é uma máquina. Só que o defensivo é prejudicado pelo cansaço de ter que "ajudar voltando".
Nessa hora de pane, o outro time pode tirar proveito da situação, mas terá de concluir com precisão à meta e evitar o contra-ataque. Há um buraco entre zagueiros e voltantes no conjunto de Dorival Jr. Quanto mais atacantes e meias de qualidade do clube adversário, maior a chance de se derrotar o Santos, lembrando que vale usar da tática de Neymar e Cia.: movimentação extrema, velocidade e composição coletiva sem a bola. Jogadas áereas também farão os peixinhos morrerem na praia, pela média de altura dos atletas, considerada baixa.

Receita - Como ganhar do Santos:

- Escalação ofensiva (4-3-3; 3-4-3);
- Movimentação dos atacantes e meias, alternando suas posições;
- Apoio de laterais é fundamental, desde que eles voltem para ajudar;
- Volantes versáteis, que saibam desarmar e avançar;
- Evitar contra-ataques;
- Bola aéreas;
- Vontade;
- Garra;
- Sorte.

Agora, colocar tudo isso na cabeça de cada jogador, já são outros quinhentos... Mas arrisco aqui dois times que se encaixam mais ou menos no perfil da receita, e o Santos poderia sair derrotado caso enfrentasse: Grêmio (RS) e Cruzeiro.
Para o meu querido tricolor paulista, próximo oponente, ficam as dicas. E acredito na vitória do São Paulo domingo, mas por dois gols vai ser complicado.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dia do Pequeno Leitor conscientiza crianças em Cidade Ademar

Matéria publicada por mim no Sampa Online, em 13/04/2010

A subprefeitura de Cidade Ademar realiza no próximo domingo, o evento "O Dia do Pequeno Leitor", que reúne diversas atrações para enfatizar a importância da leitura para as crianças. As atividades começam às 10h e permanecem até às 17h no espaço do Ecoponto Cupecê, que fica na Rua Anália Maria de Jesus, 131, Zona Sul da capital.

Através de palestras, shows, exposições, oficinas culturais, apresentação de grupos de dança, orquestras, contos, palhaços e outras demonstrações, os visitantes são levados ao universo dos livros e à conscientização de que a leitura é essencial na vida de todos, principalmente no âmbito cultural, social, educacional e também profissional.

A entrada é franca e aberta ao público, que poderá aproveitar a distribuição do algodão doce e pipoca, além de concorrer a brindes em sorteios.

Haverá ainda uma área exclusiva dedicada a Monteiro Lobato, um dos maiores nomes da literatura infantil brasileira, com exposição sobre seu trabalho e vida, e a presença de personagens do "Sítio do Pica Pau Amarelo".

Serviço:
"Dia do Pequeno Leitor"
Data: domingo, 18/04
Horário: das 10h às 17h
Local: Ecoponto Cupecê - Rua Anália Maria de Jesus, 131 - Jardim Cupecê
Entrada franca
Informações: 5666-0475

Veja a matéria no site: http://www.sampaonline.com.br/noticias/cidadeademar2010abr13diadopequenoleitor.php

Cansaço

Hoje não teve escapatória: tive de fazer a resenha da palestra para a professora, que cobrara desde a semana passada e o prazo chegou ao fim. Como me dediquei bastante nesse trabalho, perdi um bom tempo para escrever aqui.
Mas tudo bem, foram tantas coisas para resolver lá no Sampa Online que nem tive oportunidade de pensar algo interessante.
O que me chamou a atenção hoje foi o programa "Todo Seu", do Ronnie Von (não sei se está certo a grafia do nome). Nos poucos minutos em que jantava deixei a gazeta sintonizada justamente nesse horário e o conteúdo prometido pelo apresentador pareceu ótimo, a começar pelo especialista em Geografia que abordou a questão das tragédias climáticas que vem acontecendo no Brasil, dando ênfase às chuvas do Rio de Janeiro. Um programa simples: tema + convidado e entrevistas, mas que foge dos padrões atuais: é comandado por um homem.
Caros leitores desse humilde Blog, amanhã prometo um texto melhor e mais centralizado em um único assunto, ok? O sono está me consumindo!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um bom começo

Estava com a intenção de criar um blog há muito tempo, mas o tempo resolveu passar cada vez mais rápido, sem sequer dar uma paradinha para conversar. Então, eu preferi ignorá-lo e convenci minhas queridas amigas Horas de Sono a deixar eu realizar essa tarefa. E olha que não foi fácil...
Gostaria de expor minha opinião e algumas experiências sobre fatos que rodeiam e acontecem na minha vida. Claro que o futebol e os automóveis vão estar quase sempre em evidência. Mas afinal, eu criei isso aqui pra escrever sobre o que eu gosto, ou pelo menos sobre o que eu estou afim.
Hoje, como se trata de um texto inicial, não vou entrar em questão sobre o que aconteceu, o que estou pensando e essas coisas. Na verdade, eu deveria estar escrevendo uma resenha a respeito de uma palestra que assisti na faculdade, por sinal muito boa, porém a ideia da liberdade do texto de um blog pessoal me ganhou.
Levando em conta o último o final de semana que passei, assunto aqui não iria faltar: Gol Fest no anhembi, excursão e trilha com o CAB e semifinal do Paulistão rolando na TV... Só que os erros do árbitro da partida e o resultado final me deixaram tão nervoso que prefiro não falar disso agora.
Este pequeno texto serve apenas como um breve aperitivo do que você verá por aqui, seja lá você quem for. Espero que as donas Horas de Sono continuem com essa parceria para que eu também continue escrevendo. E prometo um texto específico na próxima ocasião.
Abraço a todos.